Uma Resposta a Ronilso Pacheco

Comportamento

Igor Moreira Celestino

Publicado em 11/02/2020

Não é de hoje que os cristãos protestantes de linha marxista revolucionária (autointitulados “cristãos progressistas”) existem e exercem influência nas igrejas e nos fiéis. No entanto, pelo menos nos últimos 15 anos, eles foram gradualmente abandonando a discrição e passaram a mostrar a que vieram. O ápice foi o processo de impeachment da ex (graças a Deus) presidente Dilma, momento em que muitos dos que hoje lideram o que podemos chamar de esquerda evangélica assumiram publicamente seus posicionamentos “contra o golpe” etc.

Nem mesmo aquela postura de “olha, eu concordo com algumas coisas, mas não sou socialista”. Não: eles vestiram a camisa, colocaram o boné do MST e saíram às ruas para gritar todas as palavras de ordem que o mestre mandasse. Adotaram apaixonadamente um projeto de poder que inclui, como prioridade, a eliminação física deles mesmos.

Hoje começamos a ver alguns desses progressistas evangélicos mostrando suas garras. Antes mesmo do PT anunciar que daria, digamos, uma atenção especial aos evangélicos, o Burke Instituto Conservador já disponibilizada o curso “Cristianismo e Revolução: o Mito do Cristo Revolucionário”, gravado por mim, onde, após uma explanação teórica sobre o pensamento revolucionário, analisamos e dissecamos a atuação de uma ONG chamada “Usina de Valores”, da qual participam muitos dos atuais militantes do chamado “cristianismo progressista”, e que tem no Ronilso uma de suas figuras mais atuantes.

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