Carlos tem razão

Geral

Letícia Dornelles

Publicado em 28/01/2020

Há tempos observo Carlos.

É uma personalidade fascinante para qualquer escritor. Se Carlos não tivesse nascido, teria de ser criado numa novela.

Mas Carlos não apenas nasceu. Ele estreou aos olhos do Brasil com a campanha do pai. Estreou como se estivesse num palco. Estreou com um close fechado no seu olhar forte.

Carlos estreou num reality show do qual não desgrudamos os olhos. Que pagaríamos pelo pay-per-view para ver o que acontece quando todos os outros personagens dormem. Para ver o bastidor livre que a câmera do “ao vivo” não mostra. Para assistir ao que a edição corta. Para vê-lo simplesmente. Carlos hipnotiza. Atrai a atenção. Fascina.

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