Um penetra chamado plural (parte 2)

Cultural

Yuri Brandão

Publicado em 03/12/2019

Na coluna da semana passada, escrevi sobre o plural dos antropônimos, ou seja, o plural dos nomes próprios de pessoas. Num primeiro momento, expus alguns argumentos doutrinais; em seguida, passeei pela melhor literatura, sustentando, também nela, o que acabara de defender: é perfeitamente possível e correta a pluralização dos antropônimos.

Agora, sem prejuízo de eventuais outros entendimentos, já que a doutrina só perde em divergências para clubes de discussão futebolística, declino a seguir as orientações que se me apresentam mais convincentes e abalizadas pela melhor literatura e pelos melhores filólogos e gramáticos, no que diz respeito ao plural dos nomes próprios (de pessoas) compostos. A forma mais fácil de aprendê-lo e apreendê-lo é raciocinar, captando o espírito da prescrição (e, nesse processo, analogias podem ser úteis):

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