Um perigoso legado da CPI da Covid

Geral

Alberto Alves

Publicado em 21/06/2021

Que o Brasil não é um país de amadores todos nós já sabemos, o desafio é ter que escrutinar o “Pão e Circo” dos eventos que envolvem as investidas da esquerda contra o governo através da CPI da Covid e tentar extrair o que está por trás de todo aquele teatro midiático, que não tem outra intenção senão a de desviar a atenção do público para assuntos supérfluos enquanto eles encontram justificativas para derrubar o governo e prejudicar a todos nós. Como bem disse certa vez o especialista em assuntos de Geopolítica, Defesa, Equipamentos Militares, Joarley Moisés: “Não se trata do nosso dia a dia ordinário, trata-se de derrubar a economia brasileira e matar de fome parte da população. Trata-se de questões estratégicas”.

Um fato extremamente grave aconteceu na CPI da Covid na semana passada, que pouca gente deu a devida atenção até agora, mas que pode colocar o governo de Bolsonaro refém de chantagens futuras do estamento: a quebra do sigilo telefônico do conselheiro presidencial, Filipe Martins e outros.

Filipe Martins é professor de Política Internacional, analista político e Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais. Ele participou de uma reunião com representantes da farmacêutica Pfizer em dezembro do ano passado. Segundo a cúpula da comissão da CPI, a participação do assessor nessa negociação reforça a narrativa da existência de um “ministério paralelo” ao Ministério da Saúde e isso justificaria a quebra do seu sigilo telefônico e telemático, ou seja, mensagens e e-mails dele e de outros envolvidos que somam cerca de 20 pessoas.

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