Hegemonia: chegou o momento do Brasil

Brasil

Pablo Barcelos

Publicado em 21/06/2021

“O Comitê de Política Monetário (Copom) alinhou-se às expectativas do mercado financeiro e elevou a taxa de juros interna em 0,75 ponto percentual fixando-a em 4,25% ao ano. Estímulos fiscais e monetários para o enfrentamento da crise sanitária provocada elevam os riscos de inflação tanto nos países desenvolvidos quanto nos emergentes. A atividade econômica do Brasil tem dado sinais de significativa recuperação, contudo, a ociosidade da indústria traz riscos inerentes a uma pressão eventual de ampliação da demanda. O Copom destacou a importância da persistência na votação das reformas e outros ajustes de ordem econômica que permitam a recuperação sustentável da economia brasileira” Análise do especialista em políticas públicas e desenvolvimento Carlos Dias. 

Seguindo os parâmetros de ações do governo federal, a retomada da riquíssima cultura brasileira, o grande trabalho de transparência das contas públicas, o alto investimento nos setores do turismo, cultura, infraestrutura de aeroportos, portos (Offshore), ferrovias e rodovias, pesca, meio ambiente, biocombustível, agronegócio, ciência e tecnologia, desenvolvimento sustentável entre tantas outras ações e parcerias unindo esforços para o fomento do mercado interno em todos os segmentos e a progressiva estabilidade da pandemia de Coivd-19, iniciarão um momento de ouro para o país.

Mais que riquezas naturais como: a Amazônia, o Pantanal, o minério, o celeiro do mundo, o maior possuidor de água potável, a Amazônia azul (litoral brasileiro), o maior exportador de carnes, segundo maior de café, os commodities..., mais que o bom vizinho, mais que um país emergente que ganhou fama de uma passividade diplomática e dependência dos grandes “desenvolvimentistas mundiais”. O Brasil, é hoje, o último bastião do ocidente na América de acordo com o regime vigente, que pauta como base os valores conservadores da defesa da família, da pátria e das liberdades. Pontos que nos deixam ainda mais fortalecidos nessa guerra imposta ao mundo. Avançamos com grandes parceiros como Israel, estamos entrando para o conselho de segurança da ONU com assento não permanente para o próximo biênio, mas com um olhar já diferenciado das outras nações. As tratativas, independentemente da nossa falta de capacidade bélica, tendem a ser mais respeitáveis, tornando-nos capazes de negociar de um outro patamar e em melhores condições com as outras nações do mundo.

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