Ética: classificações e falácias

Cultural

Tom Martins

Publicado em 21/10/2019

A Idade Grega pode ser considerada como nosso marco de estudo, ao apontar os aspectos éticos transcendentes e imanentes. Eram tempos de uma visão cosmológica, racional e metafísica da pessoa. Em palavras mais simples, a racionalidade substituíra o mito.

Devemos boa parte de nossas reflexões atuais aos gigantes Platão e Aristóteles, obviamente influenciados pelo pensamento e pelo mortal julgamento “democrático” de Sócrates. As leis da natureza passaram a tomar conta das mentes pensantes da época.

Em seguida, estudamos a Idade Cristã e a verticalização da ética. O foco filosófico migrou da substância essencial para o sentimento essencial: o amor. Em termos didáticos: o interesse abandonou as leis da natureza e adentrou nas leis de Deus. Estávamos diante da visão teológica cristã e seus fantásticos e magnos representantes: Agostinho e Aquino.

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