1º de Maio

Cultural

Leônidas Pellegrini

Publicado em 26/04/2021

Abril já se encaminha para o seu fim e vamos nos aproximando do 1º de Maio, o Dia do Trabalhador, data da qual a esquerda (fascista ou comunista) muito se aproveita, e sobre a qual, de Vargas a Lula, sempre encontra uma excelente oportunidade para se pavonear. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que em 1955 essa data foi instituída pelo Venerável Pio XII como Dia de São José Operário. São José ganhou mais esta data no calendário litúrgico para servir de modelo e protetor de todos os trabalhadores.

O jovem José possuía uma inteligência privilegiada, mas frustrou as expectativas ambiciosas de seu pai ao optar por ser um simples trabalhador. Hostilizado pelo pai e pelos irmãos, saiu de casa ainda muito novo para, em paz, poder viver das habilidades às quais se sentia vocacionado, tornando-se carpinteiro e construtor. Foi com essas habilidades, inclusive, que José sustentou e proveu a Virgem Maria e o Menino Deus, e que ensinou ao jovem Jesus, que com esse mesmo ofício sustentaria a Sua e nossa Mãe até que fosse chamado a Seu destino como nosso Redentor. Nada mais justo, portanto, que São José recebesse mais este título e que nosso calendário litúrgico fosse enriquecido com mais esta festa, tornando-se o 1º de Maio, segundo o próprio Pio XII em seu discurso na Praça São Pedro naquele ano, um feriado cristão. 

No entanto, desde o ano passado que não há muito o que se festejar nessa data. Junto com o vírus chinês do corona, com muito mais intensidade parece ter-se espalhado pelo mundo, e particularmente aqui no Brasil, o vírus vermelho do comunismo, do patrulhamento e do controle social, da opressão e do assassinato da liberdade. Um vírus que, controlado por tiranetes com o senhor João Doria (este sim, assim como tantos outros, digno do adjetivo “genocida”), tem destruído sonhos e histórias, e esmagado a dignidade humana por meio de uma política totalitária de lockdowns. 

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