O desânimo não é uma opção

Brasil

José Carlos Sepúlveda da Fonseca

Publicado em 30/03/2021

Entramos na chamada Semana Maior, quando os católicos se preparam para as grandes celebrações litúrgicas com que recordarão a Paixão e Morte de Jesus Cristo. Uma vez mais, estas celebrações se encontram atingidas, em boa parte do mundo, pela misteriosa epidemia do “vírus chinês”. Coincidentemente – ou não – em muitos lugares, uma dita “terceira onda”, leva governantes a decretarem contestáveis “lockdowns”, obrigando a fechar igrejas e suspender as cerimônias da Semana Santa. E o que é ainda mais triste, pastores, mais preocupados com normas sanitárias do que com os preceitos da fé, ajudam a manter as igrejas fechadas, enquanto “serviços essenciais” se mantêm em funcionamento.

No Brasil a situação se repete e acresce-se a isso uma contínua e agitada turbulência política promovida por gente que parece buscar uma desagregação da ordem social, um desfazimento da ordem legal, um esgarçamento da ordem política, uma derrocada da ordem econômica. Alimentada por uma mídia sem escrúpulos, que distorce, mente e usa a máquina da propaganda para fomentar o pânico e o desespero, acenando com os fantasmas da doença e da morte, esta operação de caos vai retirando de muitos corações a esperança e o ânimo.

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