Instabilidade jurídica: perigoso caminho rumo ao caos civil

Brasil

Alberto Alves

Publicado em 29/03/2021

Disse o PM baiano, Cabo Wesley Soares Goés, momentos antes de morrer baleado: “Eu não vou deixar, não vou permitir, que violem a dignidade humana do trabalhador”. Se tais palavras fossem traduzidas em ações por prefeitos e governadores, as dificuldades enfrentadas pela crise sanitária em nosso país estariam sendo bem menos onerosa para o nosso povo. O que mais falta acontecer para que a sociedade entenda de uma vez por todas que tudo que estão fazendo no que diz respeito ao cerceamento das nossas liberdades não tem nada a ver com a nossa saúde?

Infelizmente, ainda são muitos os que aceitam passivamente a narrativa em favor do “fique em casa”. Por causa disso, excessos estão sendo cometidos com intensidade cada vez mais crescente e ainda sob o ensurdecedor e vergonhoso silêncio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Essas perseguições contra o trabalhador comum estão se transformando numa rotina perigosa, autorizada infelizmente, pelo subserviente silêncio da maioria da população, que aparentemente tem tolerado os excessos apesar dos crescentes protestos de rua, mas ainda insuficientes para gerar algum efeito significativo em nosso favor.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar lendo e ter acesso a esse conteúdo exclusivo, assine clicando abaixo.

Assinar