Jogo político, guerra cultural e processo legislativo

Congresso

Daniel Lemos

Publicado em 22/03/2021

Atualmente, não há jogo político sem guerra cultural. A guerra cultural tornou-se cenário para as relações sociais e a política não se desviará dessa realidade.

Quando lemos um artigo, assistimos ao noticiário, analisamos uma situação política, geralmente usamos nossos pressupostos como ponto de partida para decodificar a informação. Na guerra cultural, entretanto, muitos pressupostos são forjados e assumidos por parte da sociedade como verdade absoluta. 

No jogo, a prática pode ser considerada uma das maiores referências da esquerda. Sem debates e usando o filtro de controle da militância, apostam nos “idiotas úteis”, na divisão da sociedade e nas pautas progressistas. À evidência, refutam a crítica, pois sabem que não há contestação daquilo que aceitamos em nossas convicções se não houver pensamento crítico. 

Aos conservadores, ao contrário, salta aos olhos a tentativa de impor maneira única de compreender uma ideia ou um fato, o que ultrapassa os limites do bom senso, para dizer o mínimo. Mas estamos em guerra, guerra cultural, e nesse campo uma reação daqueles que não aceitam cabresto ideológico será pichada com todos os tipos de palavras negativas, reforçando o propósito de desqualificar o discurso da maioria que atualmente elegeu um presidente conservador e cristão.

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