Perseguição às igrejas, estratégia de domínio político

Geral

Marisa Lobo

Publicado em 08/03/2021

Não é segredo para o mundo que o cristianismo tem sofrido perseguição ideológica sistêmica que tem se intensificado nos últimos anos. No mundo, milhões de cristãos são perseguidos, violentados e mortos com requinte de crueldade. Estima-se que cerca de 340 milhões de cristãos foram "fortemente perseguidos" em 2020, um fenômeno em constante crescimento e que foi agravado pela pandemia do novo coronavírus. De acordo com um relatório da ONG Portas Aberta, segundo o mesmo levantamento, o número de cristãos mortos aumentou 60%, passando de 2.983 para 4.761( 2020) embora, a maioria desses dados se refere ao nacionalismo religioso, ao extremismo religioso, de países do África Subsaariana, no Sul da Ásia e no Oriente Médio. 

Se não bastasse, por inúmeros motivos, ditadores têm se aproveitado da Covid, da pandemia, para amedrontar, perseguir sistematicamente igreja Cristãs em todo mundo, diz ainda o levantamento.  Infelizmente não tem sido diferente em nosso país, é uma orquestração mundial, da qual nosso Brasil faz parte. Aqui ainda não estamos sendo mortos ou açoitados pela nossa fé, mas, temos sidos perseguidos ideologicamente, “cancelados”, e nossa liberdade de expressão, de ir e vir, de assistir a cultos, sendo ameaçadas e restringidas.    

O relatório ainda diz que “a Covid-19 ampliou as tendências que temos constatado há vários anos". Em sua lista anual estão os 50 países onde os cristãos estão no centro da mira de ditadores políticos e movimentos ideológicos. 

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar lendo e ter acesso a esse conteúdo exclusivo, assine clicando abaixo.

Assinar