A pandemia que quebrou paradigmas na Ciência e na sociedade

Geral

Alberto Alves

Publicado em 08/03/2021

Como já é de conhecimento comum, o estabelecimento de Instituições da Ciência e o argumento de especialistas no imaginário popular ganharam status de uma autoridade praticamente sagrada, quase que inquestionável, especialmente quando se tratava de assuntos que conduziam decisões governamentais mundo afora. O vírus chinês permitiu que essa hegemonia fosse quebrada. Como bem disse a infectologista e integrante da Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), a Dra. Roberta Lacerda: “O grande escândalo dessa pandemia foi o escancaramento de que vários periódicos bicentenários, como o The New England Journal of Medicine e o The Lancet, são comprados. Até a ciência perdeu a credibilidade”. Pelo menos aquela das instituições nacionais e supranacionais.

Tanto elas quanto especialistas no mundo inteiro que se utilizaram de estratégias alarmistas para confinar e adestrar a população, seja por qual motivo fosse, estão todos com suas credibilidades maculadas e às custas de muitas vidas inocentes, infelizmente.

Não se vence uma pandemia só com vacina, mas foi isso que foi pregado o ano passado inteiro, e todos os tratamentos tradicionais foram simplesmente ignorados e negligenciados por quem tinha o poder de fazê-lo com eficiência e não o fez. Pior, aqueles que tentavam trazer notícias esperançosas foram covardemente censurados e perseguidos, com suas reputações sendo questionadas e caluniadas, tudo em nome da retórica para sustentar a tese de que somente a vacina seria a solução para o problema da pandemia do vírus chinês. 

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