As várias faces do Mal

Geral

Leônidas Pellegrini

Publicado em 08/03/2021

Quando você começa a estudar sobre a Nova Ordem Mundial, chega à inevitável conclusão de que, seja através do propagação de novas ideologias ou ideários (como o politicamente correto), ou se apropriando de e promovendo velhas ideias revolucionárias convenientes a seus propósitos, os mentores e agentes desse processo estão por toda parte, e seu objetivo, não obstante os diversos caminhos que trilham, é um só: a reconfiguração do homem e a reordenação do mundo para o estabelecimento de uma governança global. 

 Você vai estudando o assunto e vai entrando em contado com conceitos como globalismo, blocos político-ideológicos, oligopólios de megacorporações globais, submissão das soberanias nacionais, religião universal, entre tantos. E quanto mais você estuda, quanto mais escarafuncha, mais descobre. De repente, você se surpreende e até mesmo se choca ao saber que aquele gênero musical de que você tanto gosta faz parte desses planos e talvez seja tão agressivo em sua essência quanto na forma, porque é feito para desordenar seu organismo, ou que aquele discurso bonito sobre justiça social proferido por um padre querido, que até tinha um aparência conservadora, está na verdade todo impregnado de uma mentalidade revolucionária da qual muitas vezes o próprio padre pode não ter consciência, ou que aquela sua genuína preocupação com o meio ambiente está recheada de slogans de uma propaganda falaciosa, ou que foi cuidadosamente programada aquela sua preocupação em não dizer determinadas palavras para não ofender este ou aquele grupo, esta ou aquela pessoa, ou que boa parte do que você aprendeu naqueles seus livros escolares não passa de balela, meias verdades, discurso ideológico disfarçado de texto didático etc etc etc. 

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