Reconstruir a alma do brasileiro

Cultural

Robson Oliveira

Publicado em 22/02/2021

A guerra cultural na qual o Brasil está mergulhado possui algumas lutas particularmente prioritárias. Se o país pretende retomar a liberdade e o futuro, atacado nas últimas décadas pelo comunismo, no âmbito doméstico, e pelo liberalismo globalizante, no âmbito internacional, é preciso cuidado redobrado com as nomeações do STF e com a constituição de faculdades de ciências humanas realmente livres no Brasil.

A primeira batalha sofreu um revés recente, com a nomeação do ministro Kássio Nunes Marques para a mais alta Corte do país. Os votos e posicionamentos do ministro demonstram contradições evidentes: em casos semelhantes, o magistrado apresenta-se como garantista ou inovador da teoria jurídica. O único ponto que permanece resguardado e, de certa forma, dá alguma unidade à atual atividade do ministro é a tentativa de enfraquecimento do Executivo nacional. Ainda que amanhã o ministro se apresente de modo diferente e comece a atuar em favor do Brasil, as consequências de suas decisões recentes – como no caso do deputado Daniel Silveira – irão acompanhá-lo durante toda a sua longuíssima estada no Supremo Tribunal Federal. Há outra batalha, contudo.

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