Os ciclos globalistas - Parte 1

Geopolítica

Alexandre Costa

Publicado em 09/07/2019

Acho importante surgirem estas oportunidades para que temas como Globalismo, Nova Ordem Mundial e Revolução Cultural sejam difundidos e aprofundados, principalmente neste momento tão conturbado da política internacional, e mais ainda da política brasileira.

A importância de discutir esses temas pode ser observada sob dois aspectos. Em primeiro lugar porque a maioria da população ainda não conhece o assunto, mas sabe quase instintivamente que tem algo de errado acontecendo e, portanto, tem potencial para entender mesmo diante da desqualificação do assunto pela grande imprensa e pelos “especialistas” da academia. Ou seja, precisamos aproveitar o interesse espontâneo gerado por uma compreensão instintiva.

O outro motivo é entender que, pela primeira vez, temos pessoas informadas e comprometidas com o assunto no governo, e o debate, a circulação de informações, tende a enriquecer a discussão e fortalecer as posições governamentais em defesa da soberania nacional e das liberdades individuais.

Diante da necessidade de simplificar e disseminar as informações que vão facilitar a compreensão do estágio atual desse processo, selecionei alguns pontos, entre muitos outros, que julgo marcantes no desenvolvimento do globalismo. À reunião desses eventos dei o nome de “ciclos”, para simbolizar o movimento contínuo de cada uma das etapas e dos seus principais agentes.

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