O impeachment sem crime e que dispensa apoio popular

Comportamento

Claudia Wild

Publicado em 09/02/2021

Em meio a uma pandemia de desmandos, corrupção, bravatas politiqueiras e muito maquiavelismo, os brasileiros são obrigados a acompanhar o surgimento de mais uma desesperada narrativa mequetrefe para desgastar/desestabilizar o governo Jair Bolsonaro. 

Há dias, a mídia militante, ajudada por figurinhas da oposição, conhecidas e derrotadas nas urnas em 2018, e de inúmeros oportunistas sindicalizados, após o lamentável episódio sanitário de Manaus, que expôs uma gestão pífia (para não dizer outra coisa) no gerenciamento da saúde pública no estado, começou a propagar a narrativa da demanda por um provável impeachment de Jair Bolsonaro. Agora, sob o pretexto de ter ele praticado crime e/ou omissão na condução da pandemia, que, por decisão judicial do STF, efetivamente não pode conduzir. Não bastou rotulá-lo, de forma cínica e leviana, de “genocida e negacionista“, palavras de ordem da militância (midiática e partidária), banalizando completamente o significado das palavras e esvaziando seus sérios conteúdos.

Assim, forçando um entendimento desarrazoado de embasamentos jurídicos, de fatos ou de uma cobrança popular, começaram a bater na tecla do velho bat-impeachment do presidente, o que não é muito surpreendente, em se tratando de maus perdedores, ávidos por mais poder e pelo restabelecimento das velhas práticas na República. 


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