Quando a verdade não importa

Geral

Alberto Alves

Publicado em 18/01/2021

Como bem descrito no livro “Holocausto”, de Gerald Green, o personagem principal e sobrevivente judeu da perseguição nazista Rudi Weiss declara: “Quanto maior o crime, menos as pessoas acreditarão que ele aconteceu”. Embora essa frase tenha sido escrita no contexto da guerra mais sangrenta da História, ela se aplica perfeitamente nos dias atuais. 

Já sabemos que o medo generalizado do vírus chinês tornou as pessoas reféns de toda natureza de medidas austeras no mundo, o que permitiu o ganho da narrativa por meros quantitativos globais, quase que por um WO propositadamente forçado tanto pelas redes sociais mais populares quanto pelas imposições do próprio Estado e das mídias tradicionais. Nesse contexto, é fácil falar que os cientistas do mundo todo aderem ou coadunam com as medidas tomadas, sendo que aqueles que não o fazem são perseguidos ou não têm posição de fala com a mesma proporção para serem ouvidos. O resultado é um hegemônico domínio da mentira, em que falar a verdade virou um ato extremamente ofensivo, que obriga o orador mais pacífico a medir suas palavras, quase que pedindo desculpas pelo que diz quando o assunto é a pandemia atual. George Orwell descreveu bem esse cenário: “numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário”.

No começo as medidas de isolamento social eram para impedir que os hospitais ficassem sobrecarregados, nunca para proteger as pessoas diretamente. Já houve tempo mais do que suficiente para que as medidas governamentais surtissem efeito, tanto que hospitais foram simplesmente desmontados sem nem terem sido inaugurados por falta de pacientes. O que denuncia claramente a verdade quanto à baixa gravidade da doença. No entanto, isso não importa, ainda hoje vemos lideranças governamentais praticando o mesmo ato sem nem mais citar as motivações para tal atitude, como se o lockdown já fizesse parte do tratamento. A verdade é completamente ignorada!

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