O curioso patriotismo dos nossos governantes

Brasil

Alberto Alves

Publicado em 07/12/2020

No cenário das relações internacionais o Brasil tem andado numa perigosa contramão política, no que diz respeito ao que se deve fazer com as liberdades legais de atuação de organizações estrangeiras em detrimento das liberdades legais de seu próprio povo. Como bem disse o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança; “Nós privamos o cidadão brasileiro de ter liberdades, violamos essas liberdades individuais com uma frequência inacreditável e estamos abertos a influências externas”.

Embora o governo Bolsonaro tenha resgatado o orgulho de ser brasileiro, de nos ter devolvido a esperança em nossos sonhos de voltarmos a ser um país grande e respeitado novamente como éramos nos tempos de Dom Pedro II, as riquezas do nosso país têm sido oferecidas a estrangeiros através das leis aprovadas por parlamentares que deveriam estar no poder para defender nossos interesses, bem como um judiciário, cujo agente decisório está personificado na figura do Supremo Tribunal Federal, que deveria fazer o papel de guardião da nossa constituição, tem se prestado a ser ferramenta político ideológica em favor de causas que atuam contra um presidente legitimamente eleito pela maioria esmagadora da população brasileira sob clara orientação de interesses estrangeiros que cedo ou tarde virão para furtar nossos recursos e nossas riquezas.

É só olhar para a crise do vírus chinês para constatar que algo muito errado está acontecendo com nossos governantes. Em plena entrada para o verão, o nosso país tropical tem tomado como exemplo os europeus que em nada se parece conosco para justificar medidas austeras de suposta prevenção contra uma doença que já demonstrou ser sazonal, que não tem o poder de letalidade que justifique tamanhas medidas protetivas, mas que segue como se essa fosse a única opção disponível enquanto deveríamos estar nos baseando em países tropicais, especialmente os africanos, que têm tido sucesso muito maior do que os europeus, mas que praticamente não tem tido repercussão internacional.

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