Agenda 2030: Paz, Justiça e Meios de Implementação

Geopolítica

Alberto Alves

Publicado em 23/11/2020

Escreveu certa vez, o filósofo estoico e um dos mais célebres intelectuais do Império Romano, Lúcio Aneu Séneca: “Grandes riquezas, grande escravidão”. Não é à toa que nosso país é um dos principais alvos quando o assunto é desenvolvimento sustentável. Com as riquezas naturais que o Brasil possui daria para torná-lo a maior potência econômica do planeta se não houvesse tantos entraves nos impedindo de crescer. 

A Agenda 2030 é mais um deles e suas atribuições, rumam em direção a um governo global cuja liderança estará bem distante das nossas fronteiras, mas prontas para usar a força militar se sentirem que nossas riquezas ficarão de fora dos seus domínios colonialistas. Alguém duvida? Então espere até conhecer os dois últimos objetivos dessa agenda.  

Um olhar atento e crítico a todas as metas de todos os objetivos da Agenda 2030 nos fornece uma visão clara do caráter alheio ao próprio desenvolvimento sustentável em si, indo muito além deste. 

Dito de outra forma, essas metas envolvem aspectos legais que pouco ou quase nada tem a ver com a proposta do desenvolvimento sustentável. Ao invés disso, abordam atividades que visam uma centralização de poder rumo a uma espécie de constituição global. Sob essa ótica, observe então os dois objetivos finais dessa agenda.

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