​O Justiçamento “do bem” e o Empresário Idiota

Brasil

Robson Oliveira

Publicado em 23/11/2020

Um homem foi injustamente morto, por seguranças de uma rede de supermercados, em Porto Alegre. Seu nome é João Alberto Silveira Freitas e não importa se ele tinha antecedentes criminais, acusações de violência contra a mulher e porte ilegal de armas, como se pode constatar no Tribunal de Justiça do RS. 

Um cidadão comum não pode ser morto por outro cidadão comum, se não oferece grave risco a ninguém. O fato de João Alberto ser tratado como um anjo de candura pela mídia brasileira também não ajuda a ver com clareza o que aconteceu e só lança mais fumaça diante dos olhos de todos. Mas nesse último caso, a patrulha progressista já tomou de assalto o evento, subindo no caixão de João para praticar mais um ato de justiçamento social: a demonização do povo brasileiro. 

Com efeito, por causa do assassinato de “Beto”, a extrema-imprensa com seus braços em partidos socialistas pretende avançar a narrativa de que o crime foi provocado por motivos raciais e que a razão profunda desse crime hediondo é o brasileiro, racista até a medula.

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