Esquerda: a empregada do Grande Capital

Geopolítica

Mauro Fagundes

Publicado em 16/11/2020

O globalismo se traduz em um sistema de poder do qual emana uma força supranacional que visa impor sua vontade sobre nações soberanas, almejando alcançar seus interesses.

Após a revolução de 1968, a esquerda mudou sua tática, deixou atacar de forma direta a economia e passou a focar na destruição dos valores civilizacionais.

O objeto de ataque pretérito, a estratégia econômico-proletária, foi abandonada dando origem a estratégia sócio-psicológica que acabaria por abarcar outros segmentos da sociedade, como índios, negros, mulheres, dentre outras. 

Sem muito esforço, em um curto espaço de tempo, os chamados "intelectuais orgânicos da burguesia" entenderam que a esquerda não representava uma ameaça imediata e direta aos seus interesses. 

Nesse momento, os intelectuais capitalistas avistaram que o comunismo havia deixado a economia fora do foco de destruição a curto, médio e longo prazo. Seu objetivo principal era a destruição da civilização. Destruindo os valores, só restaria uma coisa para guiar a sociedade: o capital.

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