Agenda 2030: água, terra e a precificação da natureza

Geopolítica

Alberto Alves

Publicado em 16/11/2020

Disse certa vez o pregador francês e bispo de Clermont, Jean Baptiste Massillon: “A incerteza dos acontecimentos, sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento”. Atribuir responsabilidades ao homem pelas tragédias globais é uma estratégia muito útil de convencimento das massas no sentido de que precisamos fazer alguma coisa para “salvar” o planeta, como se ele realmente tivesse em perigo ou como se tivéssemos algum poder para fazer isso. É inventar um problema cuja solução passa necessariamente pelo controle de nossas liberdades. 

O pior é que a estratégia funciona e até pessoas bem esclarecidas conseguem ser cooptadas por esse discurso alarmista que não tem outra intenção do que a de nos escravizar. 

O fato do rápido progresso da tecnologia ter nos dado um conforto até impensável há alguns séculos, aliados a uma melhor compreensão do funcionamento da Natureza, o conhecimento da nossa história – e até do próprio Universo – nos dá uma falsa impressão de que temos poder de controle sobre o nosso planeta e dos fenômenos que nos envolvem. 

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