Agenda 2030: A falácia da redução das desigualdades

Internacional

Alberto Alves

Publicado em 03/11/2020

Escreveu certa vez o jornalista norte-americano H. L. Mencken: “O desejo de salvar a humanidade é quase sempre um disfarce para o desejo de controlá-la”. Que a Agenda 2030 não possui estrutura auto consistente já ficou bem claro a essa altura. 

Agora se ainda há alguma dúvida quanto ao viés socialista impregnado em sua concepção, ela então será inteiramente sanada dessa vez com a escancarada manifestação do combate às desigualdades sociais, carro chefe da propaganda socialista travestida de esquerda progressista. Isso sem falar dos moldes das cidades sustentáveis que segue pelo caminho do controle social e despreza as liberdades individuais.

 Geralmente, o pensamento das crianças no sentido mais geral de justiça social é aquele em que todos possuem as mesmas oportunidades de trabalho, salários e dispondo dos mesmos recursos. Esse senso de justiça, que à primeira vista parece perfeitamente aceitável, não passa de um pensamento essencialmente ingênuo para a realidade humana. Não porque quem pensa diferente disso seja alguém de má índole ou que não queira que as coisas sejam dessa forma, mas apenas porque essa concepção de existência é simplesmente impossível de ser realizada, não importa o quão bem-intencionado sejam todos os envolvidos. 


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