Sob a vigilância do 5G chinês

Comportamento

Márcio Coimbra

Publicado em 03/11/2020

A China tem enfrentado desafios inesperados nos últimos tempos. A guerra comercial com os Estados Unidos afetaram sua economia mais do que o previsto. Suas exportações entraram em declínio ao redor do mundo, alcançando uma diminuição ainda maior quando o destino comprador são os americanos. Diante disso, Pequim vem trabalhando alternativas para evitar um debacle ainda mais significativo.  

No meio deste caminho está a tecnologia 5G, que tem condições de redirecionar a China para seus objetivos, recuperando o espaço perdido, inserindo o país em posição privilegiada ao redor do mundo. Toda a estratégia de Pequim está centrada na atuação da Huawei, questionada largamente em muitos países por, na verdade representar mais o governo chinês do que interesses puramente comerciais de uma companhia privada.

O Brasil é mais um dos atores que estão no centro da disputa internacional sobre como se dará o implemento desta tecnologia de ponta e qual será a companhia responsável por todo este processo. 

O debate já atravessou o mundo e muitas nações preferiram não optar pela solução chinesa com receio dos riscos que podem advir deste movimento.

O debate é importante porque estamos falando do tráfego de informações pessoais e também outras de Estado, altamente estratégicas. 

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