É preciso combater os poucos interessados

Eleições

Daniel Lemos

Publicado em 26/10/2020

Vou começar esse texto externando minha profunda preocupação com a realidade do momento. Faltando pouco mais do que 20 dias para as eleições municipais, muitos ainda não acordaram para o fato de que, de acordo com as análises dos quadros atuais, nessa guerra cultural e espiritual de ataques aos nossos valores inegociáveis, teremos que votar no menos pior... e não adianta chorar.

Das eleições de 2018 para cá, dormimos e fomos imaturos no dia a dia da organização direitista. Não se investiu pesado na formação de bons quadros para este pleito. Muito da teoria não foi efetivado na prática. Mas sigo tentando. Já escrevi outros três artigos que valem a pena ser lidos, seguindo essa cronologia de dicas, alerta e apontamentos que venho fazendo sobre eleições municipais.

À medida que o tempo passa e vejo pouca ação efetiva do nosso lado, me lembro de uma cena do esporte que acompanho muito, o futebol americano. Um brasileiro, quando narrava uma jogada apelidada “Hailmary” – lançamento da bola oval, no desespero do time que está perdendo, em que o quarterback joga a bola na direção da zona de pontuação para tentar um touchdown (gol) e virar a partida –, gritava: “Joga para o alto e rezaaaaaaa”. Eis meu sentimento com tudo que vou vendo. 

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