Hot-Park, Ortega Y Gasset, e o cara de máscara

Comportamento

Carlos Maltz

Publicado em 26/10/2020

Resolvo sair para rodar alguns quilômetros com minha mulher e minhas filhas. É nosso esporte preferido. Estamos sem praticá-lo desde o começo da assim chamada “pandemia”. Não por medo de contágio, que sou dos que pensam que para pegar a coisa basta estar vivo. E que a vida é trem-bala. E vivo dentro da crença de que se for a hora não tem quem segure. E que se não for, não tem quem empurre. 

Estávamos mais ou menos confinados, mais ou menos por medo de sermos mais ou menos presos por mais ou menos gostar da vida, ou por mais ou menos existir, ou coisa que o valha. 

Aonde ir? Tipo: depois do fim-de-um-mundo? Uma ideia: o “Hot Park” em Rio Quente-GO. Penso: É minha oportunidade de ir ao “Hot Park”. Deve estar deserto. Estará aberto? Ligamos. Está aberto há uma semana. "Simbora".  É uma viagenzinha boa. E logo ali. Se não houver mais mundo, voltamos. Mas se o parque está aberto, há mundo. Fomos. 

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