Agenda 2030: a água e a energia que não se combinam

Cultural

Alberto Alves

Publicado em 19/10/2020

Escreveu certa vez o empreendedor e magnata grego, Aristóteles Onassis: “Não ser descoberto numa mentira é o mesmo que dizer a verdade”. Não há desenvolvimento sem energia barata. Também não há distribuição de água para todos sem que essa energia esteja disponível. Se ela não é barata, não há água, se não há água ambos os objetivos simplesmente não são alcançados. Essa é a mentira que ninguém desmente e é vendida como verdade sem ninguém se dar conta. 

Já se tornaram banais os alertas por partes dos ambientalistas, especialmente aqueles mais radicais, além, claro da ONU, afirmando que irá faltar água doce no planeta.

Estes alertam, por exemplo, para o esgotamento das reservas subterrânea de água, os aquíferos, que são formações geológicas feitas por rochas porosas e permeáveis, que podem armazenar água subterrânea e serem próprias para o consumo humano. Tal cenário catastrófico seria trágico se fosse realmente verdade, mas se torna cômico por um fenômeno que simplesmente não é levado em consideração nesse discurso, a chuva.

Esses ativistas terroristas simplesmente ignoram convenientemente a presença das chuvas que hidratam essas formações geológicas e alimenta os rios nos mais diversos lugares do planeta. Se ainda fosse verdade o efeito do aquecimento global, essa diferença de temperatura entre ambientes frios e quentes simplesmente potencializariam os efeitos da chuva, redistribuindo água para os continentes. 

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