Rumo aos gulags sanitários

Comportamento

José Carlos Sepúlveda da Fonseca

Publicado em 19/10/2020

“Que grande presente! Que tremenda oportunidade! Temos tanta sorte. Temos que usar isso com todo a inteligência e coragem que possuímos. Eu apenas penso que o Covid é um presente de Deus para a esquerda”.

A afirmação é espantosa e arrepia qualquer espírito com um mínimo de retidão e sensibilidade. Entretanto, não foi ela proferida por algum celerado, mas pela atriz Jane Fonda, mais uma integrante da vasta coorte de humanistas que gosta de pregar a tolerância.

O ícone do cinema e a ativista dos movimentos contestatários dos anos 60 fez esta declaração num vídeo gravado na comodidade de uma mansão típica dos ídolos do jet-set. Para quem pôde assisti-lo, uma certa euforia emotiva cercava suas palavras. Quando menciona o “presente” divino para a esquerda, Jane Fonda, refere-se, antes de tudo, à esquerda política norte-americana, liderada no momento por Joe Biden, na corrida eleitoral. Mas, em mais profundidade,  sua afirmação parece abarcar todas as correntes progressistas, nos mais diversos campos da atividade humana e nos mais variados locais.

Mas, afinal, que “presente” é esse?

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