O bom senso conservador que definirá a vitória em 2020

Eleições

Daniel Lemos

Publicado em 19/10/2020

Seguindo nossa dinâmica de bater um papo com o cidadão que irá às urnas em novembro de 2020, vamos abordar nesse artigo, aspectos que demonstram a importância dos conservadores lutarem o bom combate diário pelo voto consciente e conquistarem indecisos.

Nossa meta é reduzir os votos em branco, nulos e a abstenção, pois estes podem se tornar uma catástrofe anunciada para o resultado das eleições, privilegiando o campo da esquerda. Essa é a nossa guerra, o divisor de águas para 2022.

Muita gente não está se importando com esse tema e isso é ruim para os municípios, muito mais para o Brasil. Os famosos candidatos e candidatas que caem de paraquedas no debate, por essa indiferença generalizada, podem ser eleitos e durante 4 anos as cidades serão um “fundo do poço” em más gestões. 

Se não fizermos a diferença nesse momento, estaremos passando a mão na cabeça de novas e velhas caras, mesmas promessas vazias, o fingimento de embates acalorados, ou até adversários se tornando aliados, eis as dúvidas que confundem a cabeça do eleitor e levam ao erro.

Vamos buscar no passado algumas lições para nosso presente conturbado de lutas da direita. Olhem a frase:

Nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada”.

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