Agenda 2030: educação e sexualidade como ideologia

Cultural

Alberto Alves

Publicado em 12/10/2020

Escreveu certa vez o filósofo estoico romano, Lúcio Aneu Séneca, mais conhecido como Sêneca: “A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”. A ONU sabe bem que para tirar a sociedade do domínio da cultura conservadora ocidental precisa passar pela educação e sexualidade e isso não poderia estar de fora da Agenda 2030. Por trás dos seus objetivos e metas aparentemente inocentes para uma leitura despretensiosa, se esconde planos que se posto em prática corretamente tem o potencial de transformar completamente as gerações conservadoras de forma irreversível. 

O quarto objetivo da agenda 2030 é o da Educação de Qualidade. Ele defende “assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. Ninguém bem-intencionado ousaria discordar desse objetivo.

 No entanto, como nem tudo é o que parece, para que ele seja implementado é necessário criar, pelo menos no nosso país, uma estrutura centralizada, de preferência administrada pelo governo federal, conforme defendem os ativistas da organização chamada “Todos pela Educação”. Uma ONG financiada por algumas empresas que já demonstraram desprezo pela nossa cultura conservadora e que já promoveu atividades que afrontam nossos princípios, como o que fez o Banco Itaú, por exemplo, quando apoiou a “Le Bête”, abertura da 35ª Panorama de Arte Brasileira, em 2017 através da Lei Rouanet, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, que teve como “performance” artística o momento em que crianças tocavam um homem nu. 

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