Agenda 2030

Cultural

Alberto Alves

Publicado em 06/10/2020

Escreveu certa vez, um general, estrategista e filósofo chinês, Sun Tzu: “É mais importante ser mais inteligente do que o inimigo do que mais poderoso”. Diferente do que acontecia há algumas décadas, não se invade mais um país sem que haja retaliação internacional através de sansões ou resposta bélica.

Assim, o teatro de batalhas migra para o campo retórico e a narrativa vencedora, independente se for verdadeira ou não, é aquela que consegue convencer a opinião pública internacional para a causa que justifique, aí sim, uma intervenção militar.

A agenda 2030 é o campo de batalha moderno que nosso país precisará vencer em palavras se não quiser que seja feito com sangue.

Antes de adentramos na reflexão sobre a agenda 2030, vamos recordar algumas frases de líderes internacionais que não tiveram o menor pudor em se manifestar contra a soberania de nosso país sobre a Amazônia, além de manifestações de outros setores da sociedade que sugerem andar pelo mesmo caminho.

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