Não se deve confiar em candidato sem pesquisar sua vida

Eleições

Daniel Lemos

Publicado em 28/09/2020

Todos já ouvimos de forma até cansativa a parábola proposta por Jesus Cristo que nos alertava para o cuidado de aprender a separar o joio do trigo. A proposta central ilustra muito bem como será nossa luta para escolher bons candidatos nestas eleições municipais de 2020. Será uma provação. Do seu resultado, teremos uma “foto” do cenário para as eleições 2022. Não bastará apenas acreditar nos candidatos que vão até Brasília e tiram fotos ou fazem vídeos com as mais diversas autoridades, inclusive nosso presidente Bolsonaro, faz-se necessário conhecer a vida pregressa e real dos que se apresentam no pleito como candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito e Vereador.

Pesquisar será o grande desafio para a militância conservadora de direita, confiar somente em redes sociais e vídeos falando que defendem nossas pautas não poderá ser o único caminho. As redes nos ajudam muito na divulgação de propostas e na guerra cultural, a não permitir que a espiral do silêncio predomine, mas não mostra a realidade nua e crua que precisamos nos apropriar para de fato cravar o voto na urna.

É necessário reconhecer e descartar o político falastrão e despreparado, quem tem financiadores duvidosos ou que são espantalhos de algum setor ligado ao dinheiro de grandes empresários suspeitos e corruptos. Ser ficha limpa, não estar respondendo processos. Normalmente só poderia ser candidato pela Lei Eleitoral pessoas que apresentem certidões negativas de 1º e 2º grau, mas sabemos que alguns tentam usar de ações na justiça eleitoral para reverter indeferimentos de candidaturas, de olho nesses que querem ganhar no tapetão.

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