Linguagem neutra: o perigo da mentalidade revolucionária

Cultural

Alberto Alves

Publicado em 28/09/2020

Disse certa vez o escritor, jornalista e ensaísta político inglês, Eric Arthur Blair, mais conhecido como George Orwell:“Se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento”

Bem mais radical do que o politicamente correto, a linguagem neutra de gênero está chegando com a possibilidade de transformar a sociedade de uma forma ainda mais agressiva que seu antecessor.

No início, não parece importante, chega até a ser motivo de zombaria, mas tem conduzido a sociedade para uma transformação cultural irreversível. Não são mais tão raros os casos em que alguém se torna “refém” do ativismo do politicamente correto.

Alguns até chegaram a ser processados ou tendo seus empregos perdidos por se expressarem com palavras que desagradam essa minoria radical que quer transformar as relações interpessoais.

Essa tentativa deu tão certo que agora ganhou um ativismo cuja proposta deverá alcançar proporções ainda mais radicais com o uso da linguagem neutra de gênero, embora sua implementação seja sutil e muitas vezes disfarçadas de boas intenções, mas que escondem uma imposição de uma cultura que vai de encontro com os princípios conservadores mais fundamentais, a ideologia de gênero.

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