Pandemia e manipulação das massas: como foi possível?

Geral

Paulo Moura

Publicado em 22/09/2020

Esse artigo é o primeiro de uma série de três que vou produzir para Terça Livre analisando o experimento social da pandemia sob a ótica da Teoria da Comunicação, mais precisamente sob enfoque de três hipóteses contemporâneas que, sob diferentes aspectos, analisam a maneira como se manipula a opinião pública através da comunicação e da política.

No presente artigo enfocarei o assunto sob a ótica da agenda setting, ou Teoria do Agendamento, que analisa a forma como a mídia agenda a pauta do debate público na sociedade sobre determinados assuntos.

No próximo artigo abordarei o assunto sob a ótica do Newsmaking, ou Teoria da “Manufatura” das notícias, que analisa a forma como os veículos de comunicação selecionam o que é e o que não é noticiável, e como a informação é descontextualizada e recontextualizada na cozinha das editorias e redações jornalísticas.

E no terceiro artigo da série abordarei o assunto sobre a ótica da Teoria da Espiral do Silêncio, que para além de uma teoria da comunicação é também, uma teoria sociológica sobre como se forma a opinião pública a partir da influência de líderes sobre liderados e dos “formadores de opinião” da mídia sobre leitores/espectadores em todos os círculos sociais de convivência.

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