Notícia falsa: a ditadura da opinião

Geral

Allan dos Santos

Publicado em 14/09/2020

A imprensa usa empresas que se auto-intitulam checadoras de fatos, em inglês fact-checking, para refutar notícias e argumentos diferentes dos que são divulgados pela mídia tradicional, possuidora de um discurso único e não afeito à discordância. Essas organizações privadas com ou sem fim lucrativo começaram a agir a partir de uma iniciativa da Poynter Institute. Vejamos como isso chegou no Brasil.

A primeira agência de fact-checking no Brasil foi a Agência Lupa. Ela integra um grupo internacional de fact-checkers que se reúne em torno do Poynter Institute (http://www.poynter.org/), nos Estados Unidos. É uma Rede Internacional de Verificação de Fatos (International Fact-Checking Network — IFCN), financiada pela Open Society Foundations de George Soros, Bill & Melinda Gates Foundation entre outros grupos internacionais de bilionários globalistas.

Em uma entrevista, em 1988, para Steve Kroft da CBS, George Soros admitiu que participou do confisco de propriedade de judeus durante a ocupação nazista. Ele também explicou que não tinha remorso pelo que havia feito e que, se não tivesse participado, outra pessoa o teria feito de qualquer maneira. Esse é o perfil de um dos grandes financiadores dessas agências checadoras de fatos, para mencionar apenas uma das barbaridades feitas por ele.

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