Quando vidas negras não importam

Internacional

Allan dos Santos

Publicado em 01/09/2020

As origens marxistas do movimento que usa os negros como cães

Antes de mais nada, vale lembrar que vários homens de valor lutaram contra o racismo sem jamais flertarem com a agenda antirracismo. Algo similar com o que ocorre entre os homossexuais, quando muitos são enganados pela agenda gayzista sem jamais perceberem que são apenas massa de manobra política e serão descartados no momento oportuno.

Recentemente, um movimento voltou a ganhar a atenção dos noticiários do mundo inteiro: Black Lives Matter (BLM). O movimento se autointitula o defensor da “desobediência civil não-violenta” por meio de protestos contra incidentes de “brutalidade policial” e “violência com motivação racial contra os negros”. Embora tenha começado em 2013, o movimento voltou com tudo depois da morte de George Floyd.

No entanto, documentos do processo contra os policiais acusados de matar George Floyd vieram à tona, e um deles chama a atenção: um memorando relatando a conversa entre o procurador e o legista, em 1º de junho. As autoridades discutiam o resultado de um exame toxicológico entregue a eles um dia antes.

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