As Grandes Mentiras

Cultural

Alberto Alves

Publicado em 25/08/2020

Disse, certa vez, o estadista e primeiro ministro britânico, Winston Churchill: “Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir”. Embora faça parte do contexto dos conflitos em tempos de guerra, a mentira institucional é um instrumento muito útil quando se quer intimidar ou alcançar algum êxito imediato, o que normalmente é compreendido como sendo parte do jogo, vencendo aquele que melhor tirar proveito dela. Nos regimes totalitários, a mentira faz parte como peça fundamental de controle da população, mas são naqueles cujo regime é controlado por quem carrega o “socialismo” em seus nomes oficiais, que provocam os maiores estragos.

Foi assim com a propaganda do partido nacional socialista, ou o partido nazista, contra os judeus, a patir da qual estes sofreram desconfianças e rejeições no mundo todo, mas principalmente na Alemanha. Aos judeus eram atribuídas toda sorte de acusações, o que culminou num massacre de cerca de 6 milhões pelos nazistas sob a completa apatia do mundo diante das denúncias de prisioneiros fugitivos durante Segunda Guerra Mundial. Nem a divulgação das imagens aterradoras de sobreviventes esquálidos e das pilhas de cadáveres durante a libertação dos campos de concentração sensibilizou a opinião pública quanto ao exagero das mentiras divulgadas sobre eles. Ninguém os queria em seu país.

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