É prudente conversar com o inimigo?

Geral

Alberto Alves

Publicado em 17/08/2020

Disse, certa vez, o pastor batista e ativista político norte-americano Martin Luther King: “No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos”. Em tempos de polarização política, em que não há trégua contra os conservadores por parte da esquerda e do poder por ela administrado, entram em cena aqueles que defendem que o radicalismo político é infrutífero e danoso ao país, e que o diálogo com o inimigo é o melhor caminho e a única solução imediata para remediar os conflitos. Além disso, é consenso na cultura cristã preferir paz à guerra, principalmente quando os adversários são seus perseguidores. Se é assim, como negociar com um inimigo que quer ver nossa destruição, com todos os nossos princípios? Seriam aqueles que tentam evitar a confusão negociando com eles, os nossos verdadeiros amigos?

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