Atos "Antidemocráticos" contra a Ditadura da Toga

Judiciário

Rogério Greco

Publicado em 03/08/2020

O Brasil tem vivido momentos estranhos. Desde a eleição do presidente Jair Messias Bolsonaro, o próprio conceito de democracia tem sido modificado. Isso, não por culpa dele, mas sim por parte daqueles que se encontram do outro lado da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

O povo, descontente principalmente com as decisões proferidas por sua Suprema Corte, tem manifestado seu inconformismo saindo às ruas, pedindo por mudanças. Nunca os nomes de ministros do STF foram tão conhecidos e atacados pela população em geral. Isso gerou desconforto entre eles, que passaram a considerar tais atos como antidemocráticos.

O que, até então, era considerado como uma simples manifestação do pensamento se transformou, de acordo com a interpretação do STF, em atos extremistas, movidos por discursos de ódio. Hoje em dia, a expressão “discurso de ódio” está em alta. No entanto, interessante notar que esse chamado discurso de ódio não parte da sociedade conservadora, mas sim daqueles que com ela não concordam, vale dizer, os adeptos da esquerda que tiveram frustrados seus planos de eternização no poder, à custa de uma corrupção assustadora, em prejuízo de toda uma população.

As ruas foram tomadas por famílias vestidas com as cores da bandeira nacional. Desde crianças a idosos, todos estavam ali, pacificamente, mas imbuídos por um único propósito: mostrar sua insatisfação não somente com o Congresso Nacional como também com os juízes da mais alta Corte de Justiça do nosso país. O desprezo da população pelo STF despertou a ira de seus integrantes.

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