Os Normais

Comportamento

Eguinaldo Souza

Publicado em 28/07/2020

"Essa atitude anormal resulta no obscurecimento da verdade: de que as pessoas normais são as mais ricas de todas", Andrew Lobaczewski.

Aconteceu um crime. Um homem, que havia feito uma operação para mudar de sexo, foi assassinado. As autoridades policiais registraram o homicídio. Investigaram, prenderam o assassino, encerraram o caso. Pouco depois, a comunidade LGBTQ qualquer coisa mais entrou com um processo, porque esse assassinato não poderia ser registrado como homicídio. Teria que ter sido registrado como feminicídio. Em cima disso, uma guerra jurídica foi iniciada, sendo o caso matéria de TCC!!! Uma pessoa foi assassinada, mas o problema não era que alguém matou alguém, e sim como foi registrado esse assassinato???

Sou só eu ou mais alguém acha que tudo isso é loucura? Um homem que não queria mais ser homem, ou uma suposta mulher que já tinha sido um homem, depois de assassinado, tem uma disputa pela definição de seu sexo. De seu sexo, não. Uma disputa para saber como deveria ser classificado o seu assassinato: homicídio ou feminicídio? Ou lgbtqcídio? Transexcídio? Onde terminarão os nós estranguladores dessa engenharia social insana?

O Waldemar quer ser chamado de Suzana, e o professor que se recusa a fazê-lo corre o risco de um processo e de ser criminalizado. Casal, por definição macho e fêmea, já não significa isso. Alguém com título de “filósofa”, fala da “lógica do assalto” e defende a prática do crime (e não vamos comentar uma palestra “acadêmica” sobre o ânus). Ou outro discurso “filosófico” de outra suposta renomada “filósofa” diz que a família foi inventada no século XIX, e que os defensores da família são “bestas”. Isto é, quase toda a população brasileira, inclusive as que pagam seu gordo salário.

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