Elemento Sergio Moro: Um Agente Infiltrado

Brasil

Mauro Fagundes

Publicado em 28/07/2020

Sob o manto de uma apocalíptica biografia, embebida em traições e contradições, Sergio Moro, com todo o ardil que lhe é inerente, aproveita-se do apagar dos holofotes e do sepulcral silêncio midiático, para lastrear a história da nação com suas discretas pegadas.

Crer que Sergio Moro é apenas um fracassado, um irrelevante ou simplesmente um peão sacrificado fadado ao ostracismo, é tolice, pura tolice.

Hoje, seu afeminado sussurro traduz-se em um brado nos bastidores de Brasília. Com armas políticas qualificadas, Moro revela-se como um dos maiores e mais perigosos articuladores políticos do país.

A carreira política de Sergio, aparentemente, teve início em 2006, mais precisamente no caso do “Banestado”, quando absolveu algumas conhecidas figuras da política hodierna, dentre elas, Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Davi Alcolumbre, presidente do Senado até o final de 2020, e o senador Tasso Jereissati.

Moro fundamentou as absolvições na “ausência de provas”, sendo que só não foram juntadas aos autos processuais por conta da “morosidade da Justiça”.

O citado evento nos arremete ao maior crime financeiro da história brasileira, cujo valor atualizado consubstancia uma importância de US$ 281 bilhões, totalizando mais de R$ 1 trilhão e 400 milhões no câmbio de hoje.

Avançando no tempo, observando a trajetória morista, podemos evidenciar que existem alguns fatos nos permitem supor que Sergio Moro é um agente infiltrado do Partido Comunista Chinês. Alguns sinais foram dados, entretanto, a cegueira deliberada pode ter instrumentalizado o ignorar público.

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