Neoconservadorismo

Comportamento

Publicado em 21/07/2020

Ele tardou, mas não falhou. Chegou ao Brasil durante a essa pandemia e, de fato, chegou para ficar. O Neoconservadorismo é um fenômeno típico da política dos EUA: de lá foi exportado para Israel, Itália, Chile, Alemanha, França, Inglaterra e outras nações onde se observa a ascensão de um movimento conservador no âmbito político.

O conservadorismo em si sempre existiu – presente no nosso dia-a-dia nas tradições que unem uma sociedade, foi bem retratado recentemente por Yoram Hazony em seu A Virtude do Nacionalismo.

Os neocons, como são carinhosamente chamados pelos conservadores, vêem em George W. Bush o seu líder político máximo e em Ben Shappiro o timoneiro principal na mídia e na “intelectualidade”.

Nos EUA o neocon é bem identificado como aquele “republicano moderado”: alguém cheio de “prudência e sofisticação” e que lida bem com uma ou outra pauta de esquerda, mas, sobretudo (e principalmente aqueles que declaradamente as rejeitam), acaba cedendo para o globalismo.

Em outras palavras, o neocon é um “patriota” (na acepção de Hazony) que nutre simpatia por esquemas globalistas de ação. Enfim, é o famoso “globalista de direita”. Isso lá nos EUA.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar lendo e ter acesso a esse conteúdo exclusivo, assine clicando abaixo.

Assinar