O que precisa mudar no MEC

Brasil

Paulo Moura

Publicado em 14/07/2020

Antes de falar de soluções para a educação brasileira, é preciso diagnosticar os problemas. No Brasil, após décadas de governos de centro e esquerda, além dos ambientes escolar e universitário, a esquerda hegemoniza também o próprio aparelho do Ministério da Educação (MEC), notadamente na área das estruturas, metodologias e controle de conteúdo curriculares através na chamada BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

O MEC centralizou a definição dos currículos pautados pela agenda globalista e pela agenda do “politicamente correto”. Toda a agenda globalista da Unesco, que envolve ideologia de gênero, questão racial, defesa do aborto, questão ambiental e visão sobre a família. Enfim, toda a temática imposta aos alunos foi pautada pela visão da esquerda que nos governa desde o fim do regime militar. Aliás, na área de educação, a esquerda foi hegemônica inclusive durante o regime militar. Outra área crítica é a dos Cursos de Formação de Professores, através dos quais o MEC define quais as metodologias e conteúdos os professores devem ministrar, obviamente seguindo a mesma pauta.

Uma das áreas mais críticas está no sistema de avaliação de cursos e universidades, que deveria se pautar por critérios técnicos. Como desempenho dos alunos, taxas de evasão, produção acadêmica e titulação dos professores, condições das instalações físicas e oferta de bibliotecas e laboratórios, como o sistema foi originalmente concebido. Mas, a partir dos governos petistas, passou a pontuar também pela adoção ou não desses conteúdos ideológicos.

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