Anjos Que Jogam Bombas

Comportamento

Letícia Dornelles

Publicado em 16/06/2020

“Vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”. A frase de um político, que já teve cargos de alto comando, que é considerado estrategista e cérebro de um grupo militante, que supostamente é treinado por grupos de inteligência internacionais, que foi preso algumas vezes por corrupção, sempre ecoa na minha mente.

Deveria ecoar na sua mente também, prezado leitor. Como mantra para manter o seu cérebro em alerta.

Tomar é como pegar sem permissão. Na marra. O ato de tomar algo não passa uma ideia pacífica. Não passa uma ação ética ou legal. Não passa uma ideia limpa. Passa a imagem de fazer o diabo para atingir o objetivo, que é o poder. Aliás, outro político disse algo nesse sentido. De fazer o diabo para ganhar eleição e ficar no poder.

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