A formação de militantes no Judiciário

Judiciário

Publicado em 16/06/2020

Na primeira parte deste artigo, discorremos sobre a estrutura macro da corrupção da inteligência jurídica. Desceremos, nesta segunda parte, nos detalhes das provas de concursos público que formam esses militantes para atuar no Poder Judiciário.

Essas provas têm viés ultra esquerdista, e os cursinhos preparatórios não têm o que fazer – devem acompanhar essa tendência ditada diretamente pelo governo federal e passar, ano a ano, esse conteúdo, para que alunos o memorizem, decorem e interiorizem, ao ponto de responderem as questões da Cespe com espontaneidade. “Professores” alinhados a essa pauta são a hegemonia nesses cursinhos e seus produtos genéricos na forma de telecursos. Aquele aluno que começou a ser doutrinado no Enem recebe então nas provas de ingresso para carreiras públicas, o seu verdadeiro teste de fogo em questões como esta, em que o aluno precisa marcar certo ou errado:

Situação hipotética: B é sócio cotista da sociedade empresária A Ltda., que está encerrando suas atividades e, consequentemente, dissolvendo a sociedade. Assertiva: Nessa situação, em eventual demanda judicial envolvendo B e a figura jurídica A Ltda., esta poderá requerer a desconsideração da personalidade jurídica da sociedade empresária, tendo como fundamento único o seu término. (DPU-Defensor, 2017, q.4)

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