Uma necessária Reforma do Judiciário

Judiciário

Publicado em 10/06/2020

Este artigo foi publicado dia 29 de março de 2019 no Renova Mídia. De lá pra cá, nada foi feito e todas as coisas que vem ocorrendo neste ano de 2020 apenas confirmaram a urgência deste tema. A Reforma do Judiciário e das competências legislativas sempre foi a mais urgente, mas por um erro de leitura semelhante ao que o Professor Olavo de Carvalho apontou em relação governo Trump, no Brasil priorizou-se trabalhar sobre consequências de nossas crises (como é o caso da agenda econômica) ao invés de atacar-lhe as causas.

Meses depois, franqueei à Ana Paula Henkel uma entrevista que publicada e logo depois censurada no Estadão: estávamos em 20 de maio de 2019, quando já anunciava naquela data que um golpe judicial havia sido dado.

Volto hoje à Revista Terça Livre com alguns adendos ao artigo então escrito. Ele vale pelos caminhos então apontados. Nunca houve, de minha parte, apontamento de problemas sem que uma proposta de solução estivesse a mesa.

Aqui vai, mais de 15 meses depois, a íntegra do que já havia sido advertido há tempos. Por uma questão de espaço, dividimos o artigo em uma série de quatro artigos, cuja primeira parte é publicada hoje. Acompanhem as próximas edições para obter a íntegra do artigo.

A base deste artigo se assenta nas obras de Flávio Gordon, Bruno Garschagen e Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar lendo e ter acesso a esse conteúdo exclusivo, assine clicando abaixo.

Assinar