Teoria da Conspiração ou Revelação? – Parte 5

Comportamento

Alexandre Costa

Publicado em 26/05/2020

Dentre as múltiplas capacidades humanas, podemos destacar algumas que se sobrepõem às outras devido ao seu aspecto unificador e estruturante, e que permitem a união e ordenação de todas as características humanas. Ao mesmo tempo em que as eleva a um patamar superior, formando o conjunto de sentidos coerente e dando significado à própria existência. São as chamadas virtudes.

No artigo anterior, vimos como o ocultismo trabalha na corrosão dos princípios cristãos e na criação de um ambiente anticristão com o intuito de substituir gradualmente os paradigmas atuais para facilitar a implantação de valores adequados à nova civilização que pretendem estabelecer. Agora veremos que ele também funciona como um enfraquecedor das virtudes.

Considerando o ocultismo como toda forma de mística ou pseudoespiritualismo que se contrapõe à essência das religiões tradicionais, podemos afirmar sem muita chance de errar que esse elemento desagregador que se disfarça e se camufla de incontáveis maneiras quase sempre está na raiz dos ataques às virtudes humanas.

Seja de forma aberta, como costuma acontecer com os elementos dispersos e até mesmo incoerentes da Nova Era, seja na clandestinidade das crenças mais obscuras, não é difícil perceber que, por trás das iniciativas que visam a enfraquecer ou subjugar as capacidades virtuosas, sempre existe um aspecto de falso espiritualismo alimentando esse processo.

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