Hora de Levantar

Geral

Alberto Alves

Publicado em 26/05/2020

O deputado federal e membro da família imperial brasileira Luiz Phillipe de Orleans e Bragança disse, certa vez: “preferimos que cuidem de nós a ter que cuidar de nós mesmos; preferimos obedecer a ter que liderar; buscamos segurança ao invés de aprender a nos defender; e preferimos escolher a ter de criar opções. Esses nossos impulsos favorecem a criação do totalitarismo a cada geração”. O socialismo se reinventa, se transforma e se manifesta até nas mais nobres causas para tornar sua influência inevitável. Uma vez estabelecida, a consequência mais imediata é a falta de liberdade. E reconquistá-la geralmente custa muito caro.

Com origem em meados do século XVIII, o socialismo surgiu como um contraponto ao capitalismo. Seus adeptos defendiam a extinção da propriedade privada dos meios de produção e a existência de uma economia planificada, com a posse das indústrias nas mãos do Estado. Este, por sua vez, promoveria uma vida confortável para todas as pessoas, visando à igualdade de oportunidades com distribuição igualitária de renda.

No século XIX, Karl Marx e Friedrich Engels criaram o comunismo, uma forma mais radical de socialismo, na qual tudo era comum a todos. O comunismo viria a ser a “evolução” do socialismo, o alvo a ser alcançado. No entanto, longe de ser um objetivo prático viável, ele nunca aconteceu, e sua busca culminava apenas no controle absoluto do Estado sobre a sociedade.

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