O Efeito Lúcifer

Geral

Carlos Maltz

Publicado em 28/04/2020

“Não são os fatos em si que afetam a imaginação popular, mas o modo como se apresentam. Esses fatos devem produzir uma imagem impactante que preencha e atormente o espírito. Conhecer a arte de impressionar a imaginação das multidões é conhecer a arte de governá-las...quantas multidões fizeram-se massacrar heroicamente por crenças e ideias que mal compreendiam!” - Gustave Le Bon.

Em 1971, uma equipe de psicólogos liderada pelo americano Phillip Zimbardo, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou uma experiência que ficou gravada nos registros do que chamamos: psique. E na memória de todos que se interessam por conhecer o que seja a natureza humana. Especialmente no que se refere à questão da dualidade do bem e do mal.

O psicólogo americano queria experimentar na prática alguns postulados de Gustave Le Bon, em particular, no que se refere a “des -individualização”, que segundo o estudioso francês, que viveu no final do século XIX e na primeira metade do XX, acontece com indivíduos em situações coletivas. Le Bon afirma em seu livro “Psicologia das Multidões” que indivíduos tendem a perder sua identidade, consciência e senso de responsabilidade pessoal, quando em situações de multidão.

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