A peste chinesa revela a tirania tecnocrática globalista

Geral

Henrique Lima

Publicado em 07/04/2020

“É só uma virose”. O diagnóstico mais ouvido em ambulatórios e prontos-socorros Brasil afora nunca mais terá o mesmo ar de banalidade. A peste chinesa, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, vai mudar drasticamente o mundo. Não me refiro somente à mortandade e à crise sócio-econômica, mas sobretudo ao controle político das massas que o globalismo tecnocrático quer-nos impor.

Independentemente de qualquer cenário futuro, seja mais ou menos catastrófico em termos sanitários e sócio-econômicos, já estamos diante do maior controle de liberdades individuais por uma ação política mundialmente coordenada já visto. No caso do Brasil, felizmente temos um presidente que combate o globalismo. Porém, suas ações são sempre sabotadas por um Judiciário que pretende ser Legislativo (ativismo judicial) e por um Legislativo que pretende ser Executivo (parlamentarismo branco). Um dos muitos absurdos recentes foi o caso do decreto de Bolsonaro sobre as atividades essenciais que deveriam permanecer em funcionamento durante a quarentena, editado no exercício do poder regulamentar inerente ao cargo de presidente da República. Um juiz federal, a pedido do Ministério Público Federal, suspendeu trechos do decreto com o fim de manter igrejas e lotéricas fechadas e ordenou à União que se abstenha de editar novos decretos sem observar as “recomendações técnicas e científicas”. O ativismo jurídico não faz quarentena.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar lendo e ter acesso a esse conteúdo exclusivo, assine clicando abaixo.

Assinar